Comentário: Países que incitarem o caos para conter outros países certamente darão um tiro no pé

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O Congresso dos Estados Unidos publicou recentemente a Lei de Direitos Humanos e Democracia de Hong Kong de 2019, visando interferir nos assuntos internos da China e incentivar os criminosos radicais, com vista a prejudicar a estabilidade de outros países através da incitação de motins. Certos políticos norte-americanos têm insistido no hegemonismo e na política de poder por longo tempo, o que sofreu forte oposição de diversos países do mundo. Desta vez, eles tentaram aproveitar a questão de Hong Kong para apoiar a violência, sendo intolerável para a comunidade internacional.

Os fatos já comprovaram que os Estados Unidos estão envolvidos há muito tempo nos assuntos de Hong Kong. Os dados mostram que o Congresso dos EUA apresentou mais de 60 projetos de lei em relação a Hong Kong entre 1984 e 2014. Segundo as mensagens divulgadas pelo WikiLeaks, os EUA expressaram por várias vezes opiniões interferentes sobre Hong Kong e se encontraram frequentemente com os opositores. Desde junho deste ano, o Fundo Nacional para Democracia dos EUA não parou de fornecer apoio aos radicais. Vários políticos do país se reuniram abertamente com os líderes de grupos políticos que defendem a “independência de Hong Kong”. É óbvia a tentativa dos norte-americanos de fazer caos em Hong Kong e conter a China. Isso recebeu oposição e condenação da comunidade internacional.

O presidente da Fundação Kuhn dos EUA, Robert Lawrence Kuhn, declarou que nenhum país permite a violência e perturbação da economia. O projeto de lei dos EUA sobre Hong Kong é prejudicial para a China, os EUA e o mundo. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Abbas Mousavi, comentou que a ação dos EUA violou o processo normativo internacional e prejudicará gravemente a estabilidade global. Para o presidente da Associação de Amizade Afeganistão-China, Sultan Mahmud Ghazi, a questão de Hong Kong é um assunto interno da China. Outros países não têm o direito de interferir.

Certos políticos dos EUA usam dois pesos e duas medidas quanto ao “motim”. Se os distúrbios ocorressem em seu próprio país, não tolerariam e realizariam certamente ações de repressão. Os manuseios fortes ao “Movimento Ocupar a Wall Street” em 2011 e aos protestos em Baltimore em 2015 são exemplos disso. No entanto, uma vez que se envolva assuntos externos, eles mudam de atitude e embelezam os tumultos como “belas paisagens”. O objectivo dos norte-americanos é procurar os interesses políticos e defender a hegemonia global dos Estados Unidos.

Nas últimas décadas, os países onde os EUA intervieram, incluindo o Iraque, Síria, Afeganistão e Líbia, mergulharam em uma onda de turbulência e pobreza. Em nome do antiterrorismo, os EUA criaram maiores riscos à sociedade humana.

O apoio de alguns políticos norte-americanos à violência é contra o direito internacional e os princípios básicos das relações internacionais, desafiando a moralidade e civilização humana. Por outro lado, eles também sofrerão as consequências da violência. Como por exemplo, as guerras provocadas pelos Estados Unidos no Oriente Médio criaram a crise de refugiados de grande escala, o que impactou a ordem social dos países ocidentais.

Hong Kong é uma parte da China. O governo chinês defende firmemente a soberania, a segurança e os interesses de desenvolvimento. Qualquer tentativa de incitar a violência para conter a China não terá efeito.

tradução: Zhao Yan

revisão: Gabriela Nascimento

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