Comentário: A intenção dos EUA não passa de perturbar Hong Kong para impactar o desenvolvimento da China

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No dia 27, horário local, os EUA, sem se importar com a forte oposição da China, assinaram a Lei de Direitos Humanos e Democracia de Hong Kong. Internautas zombaram dos políticos norte-americanos por excesso de confiança, dizendo que não governam bem o seu próprio país e mesmo assim querem se intrometer em Hong Kong. Houveram internautas que até mesmo disseram ao presidente norte-americano que Hong Kong não faz parte dos EUA, mas pertence a outro país soberano, a China, dizendo que não devem interferir em assuntos de países alheios.

A intenção dos EUA não passa de perturbar Hong Kong para impactar o desenvolvimento da China e provocar revoluções coloridas. A suposta preocupação dos EUA com o futuro dos cidadãos de Hong Kong não tem nada a ver com a essência da Lei.

Segundo um relatório sobre a competitividade global de 2019, publicado pelo Instituto International para Desenvolvimento Gerencial, Hong Kong tem estado em segundo lugar nos últimos dois anos, e os EUA, porém, em terceiro. O governo estadunidense quer abalar o status de Hong Kong como zona aduaneira especial por meio da avaliação dos direitos humanos na região. Esta intenção é sinistra.

Nos últimos anos, os EUA lançaram várias leis de intervenção em outros países, as quais demonstram ao mundo a hegemonia, ignorância e arrogância do país, além de se mostrarem ineficazes.

Tradução: Florbela Guo

Revisão: Erasto Cruz

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