​Comentário: EUA, parem de ser obstáculo da luta antiterrorista

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A Câmara dos Representantes dos EUA aprovou recentemente o chamado “Projeto de Lei de Política de Direitos Humanos Uigur de 2019”, difamando os esforços da China pela luta contra o terrorismo e o extremismo, criticando infundadamente as políticas da China sobre sua governança em Xinjiang, e violando os princípios básicos da lei internacional e das relações internacionais. O projeto demostra os padrões duplos dos EUA sobre as questões antiterroristas e suas intenções de interferir nos assuntos internos da China sob o pretexto dos direitos humanos.

Considerados propriamente como defensores dos direitos humanos, os EUA possuem um registro cheio de desastres nesse âmbito, tais como a supremacia branca, a discriminação racial, e o abuso de armas. Além disso, os EUA iniciaram guerras no Afeganistão, no Iraque e na Síria, sob pretexto dos direitos humanos, destruindo os países e milhões de famílias.

As questões relacionadas a Xinjiang não são puramente questões de direitos humanos, etnia ou religião, mas sim questões de antiterrorismo e contra separatismo. Desde a década de 90 do século passado, milhares de atos de violência desencadeados pelas forças terroristas, separatistas e extremistas foram registrados em Xinjiang, causando a morte de inocentes na região e a destruição do desenvolvimento socioeconômico. Qualquer governo responsável não ignoraria a situação.

Por isso, foram estabelecidos em Xinjiang centros de capacitação profissional, a fim de eliminar, a partir da origem, as condições de crescimento e divulgação do terrorismo e extremismo. Nos últimos três anos, não foi registrada nenhuma violência em Xinjiang. O PIB da região do ano passado cresceu 6,1% comparado com o do ano anterior. Nos primeiros dez meses deste ano, 200 milhões de visitantes estiveram em Xinjiang, uma alta de 43%. Tudo isso não pode ser difamado pelos EUA.

O terrorismo é o inimigo comum da humanidade. Os EUA devem fazer uma auto-reflexão e parar de ser obstáculo da luta internacional antiterrorista.

Tradução: Xia Ren

Revisão: Gabriela Nascimento

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